domingo, 14 de junho de 2009

Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho e deságua
Na corrente do ribeirão

Águas escuras dos rios
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população

Águas que caem das pedras
No véu das cascatas, vôo de trovão
E depois dormem tranqüilas
No leito dos lagos, no leito dos lagos

Água dos igarapés, onde Iara, a mãe d'água
É misteriosa canção
Água que o sol evapora, pro céu vai embora
Virar nuvens de algodão

Gotas de água da chuva
Alegre arco-íris sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas na inundação

Águas que movem moinhos
São as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra, pro fundo da terra

Terra, planeta água!
Terra, planeta água!


2 comentários:

Adolfo Payés disse...

que hermoso..

besos

saludos fraternos con mucho cariño
un abrazo

que tengas un bello inicio de semana

Nike disse...

Adorei seu post!
Desejo a vc uma maravilhosa semana!
Beijos